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quinta-feira, 16 de junho de 2016

ALFABETO LISBOETA - RGB no Museu Das Comunicações

O Zé Louro propôs três exercícios: com os marcadores Vermelho, Verde e Azul, tinhamos de usar primeiro o traço como se de arame se tratasse para definirmos a forma sem a desenharmos na totalidade. No segundo, as manchas das formas executadas em apenas uma das três cores, sobrepunham-se criando novas manchas de cor. No terceiro, com a saturação das referidas três cores em aguarela, tinhamos de registar o espaço da Mala-Posta, directo no caderno evidenciando as cores que compunham a saturação. Foi fantástico. Confesso que não conhecia o Museu e fiquei com uma enorme vontade de voltar.




sexta-feira, 15 de abril de 2016

ALFABETO LISBOETA - Marcadores

Na Igreja de Nossa Senhora de Fátima no passado dia 2, com o José Louro, experimentámos canetas de feltro em diversos exercícios de forma a entendermos o seu sem fim de possibilidades. Foi esplêndido utilizar um material de que gosto muito e aprender, como neste exercício, onde primeiro se deu uma mancha amarelada como base e se deixou as zonas iluminadas sobressaírem por contraste das escuras e, para finalizar se utilizou um azul turquesa para dar um brilho, como disse o mestre, vindo não se sabe de onde mas que reforça a ideia de volume.


segunda-feira, 7 de março de 2016

KIAH KIEAN _Letra K do Alfabeto Lisboeta e Workshop


Para resumir o que aprendi nestes três dias fabulosos que o Alfabeto Lisboeta organizou, diria que o importante na técnica que o Kiah Kiean entusiasticamente partilhou connosco, é soltar a linha feita com pauzinhos molhados em tinta da china e deixar-nos guiar pelo coração de forma a criar uma composição onde os espaços em branco têm um papel fundamental e, para finalizar, destacar alguns elementos com manchas escuras que devem flutuar pelo desenho como uma melodia.

Difícil mas estimulante!







segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Letra J do Alfabeto Lisboeta


Este sábado aprendemos a técnica japonesa: Sumi-ê. 
Com base ncaligrafia chinesa, os japoneses utilizaram o mesmo tipo de pincelada na pintura. Ou seja, as pinceladas monocromáticas são únicas, sem correções, resultando espontâneas rápidas e fluidas. Claro que o movimento, a  quantidade de tinta e a quantidade de água no pincel permitem um enorme leque de resultados.

Como primeiro exercício tinhamos de desenhar bambus no Jardim Botânico: começar a pincelada de baixo para cima, fazer a paragem que sugerisse o nó da cana e com um só movimento representar as folhas, sem nunca corrigir. 
O Mário explicou que os japoneses demoram pelo menos um ano a desenhar bambus até atingirem o equilíbrio perfeito, mas depois de ver a facilidade com que ele nos mostrou o exercício  confesso que achei que seria algo fácil e que se calhar um ano seria um pouco exagerado no entanto, a práctica revelou-se deveras difícil e conclui que um ano para mim não bastava! 

Um segundo exercício consistiu em aplicar esta técnica na representação de peixes no interior do Museu Nacional de História Natural e da Ciência.

Entre erros, pequenas vitórias e, sobretudo com a partilha, aprendi imenso!