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segunda-feira, 20 de abril de 2015

PORQUE CAEM AS FOLHAS?


"Desenhar a dormência da árvore de folha caduca através dos ramos e a explosão da vida nova através dos rebentos de folhas, flores e respectivas cores. No final, porque o despertar da dormência é sempre imprevisível, há que respeitar essa incógnita e ousar dar-lhe uma solução gráfica. Como? Salpicando as cores que vemos e as que não vemos por cima do desenho." Este foi o exercício que o  Mário Linhares nos lançou na sua oficina de diários gráficos , no passado dia 18, na Gulbenkian.





terça-feira, 12 de março de 2013

Diários Gráficos, o que mostramos aos outros


Concordo em absoluto com a opinião do Eduardo Salavisa, relativamente aos Diários Gráficos serem um espaço de liberdade onde a ideia de erro não faz sentido, a propósito de serem usados para mostrar aos outros, erroneamente, o quanto somos bons a desenhar e dessa tendência ser provavelmente dos blogues. Sempre considerei o Diário Gráfico como uma espécie de oficina experimental, onde os registos contavam histórias do meu quotidiano, acções e ideias sem me preocupar com o dito erro e onde podia voltar sempre que quisesse. Isso fez-me lembrar o Filipe Pinto ter-me sugerido usar a Pi como modelo e a minha luta para a desenhar com uma única linha, quando fiz o meu primeiro Diário Gráfico. Bom, na verdade também tentei o mesmo com a Rebeca, a tartaruga.






domingo, 10 de março de 2013

Diários Gráficos


Na verdade sempre gostei de desenhar mas até ter conhecido o Mário Linhares no ano passado em Agosto quando frequentei a Lisbon Story, o imenso fascínio que sempre tive por diários gráficos acabou por se tornar num prazer adquirido. Ainda não desenho tanto quanto gostaria mas a vontade é muita. Começo por publicar alguns dos desenhos do curso como agradecimento pela motivação adquirida.


Registo do roteiro da Viagem a Lisboa.



Este é o resultado do exercício de observação de azulejos de uma fachada junto da Sé que fizemos no primeiro dia.









Contar a história, num registo rápido, de um local de comércio e dos profissionais a ele ligado.






Depois de eleger uma "vista ideal" fica o registo da vista oposta.