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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

"EL COLOR COMO ESTRUCTURA, COMO JUEGO Y COMO EMOCIÓN"


Este foi o tema do workshop da Celia Burgos que nos convidou, como chovia, a desenhar através das gamas de cores frias ou quentes, as emoções que as peças da exposição temporária de Arte Vudu da Colecção Treger / Saint Silvestre, nos faziam sentir. 
Confesso que comecei a desenhar as peças numa total ignorância sobre o teor da exposição mas muito entusiasmada em desenhar com a orientação da Celia utilizando o material que habitualmente deixo para trás, os lápis de cor. Apesar da estranheza e da curiosidade que me suscitava o que desenhava, o resultado cromático teria sido diferente se tivesse sabido que as peças de metal tinham sido feitas pelos Bosmetal (trabalhadores de metal) e faziam parte do culto Vudu? E que o boneco que achei com ar de bronco, beberrão mas divertido apesar de mal-encarado (por isso lhe fiz uma sombra malévola) era um Bizango, boneco com caveira humana das sociedades secretas de Bizango do culto Vudu no Haiti e personifica o poder dos seus guerreiros? Muito provavelmente, sim. A emoção era outra.


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Um ano a desenhar para o futuro com André Duarte Baptista

No desafio que o André nos lançou, deveríamos observar e descobrir através do desenho a identidade do lugar, o Jardim das Amoreiras, compondo a partir das partes, o todo.
Achei francamente interessante!




quarta-feira, 13 de abril de 2016

Soltar o traço com o Pedro Alves

Neste workshop fomos desafiados a utilizar uma linha solta, sem receio, para registar o que estávamos a observar. Os exercícios dividiram-se em duas partes: na primeira tivemos mais tempo para fazer um desenho com maior rigor (desenho bom) e depois menos tempo para fazer um desenho do mesmo tema mas mais rápido (desenho mau) de forma a entendermos que é o nosso cérebro que comanda o que desenhamos e não a nossa destreza, mecanismo que o Pedro explicou de forma muito interessante através do paralelismo que fez entre a escrita e o desenho. Porém, fundamental como na escrita, é praticarmos e praticarmos para que as nossas mãos sigam instintivamente as impressões que o cérebro regista.

O primeiro desenho que fiz foi da Isabel  Alegria, o segundo foi junto da Casa Atelier da Vieira da Silva e por último fomos para o jardim das Amoreiras e o Pedro pediu-nos para juntar cor.