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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Restaurante Manuel Azinheirinha - Santiago do Escoural


Um restaurante familiar de comida tipicamente alentejana: pézinhos de porco de coentrada (os melhores para mim), perdiz, lebre, migas de espargos, bochechas de porco preto e sopa de cação, uma boa seleção de vinhos e doces regionais, onde retorno sempre com vontade.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Parque Eduardo VII


Vista do jardim Amália, numa tarde soalheira.


Nossa Senhora da Rocha


Em Setembro de 2012 passei uns dias de férias nesta zona do Algarve e ainda imbuída do espírito do workshop que tinha feito nesse mesmo ano com o Mário Linhares, decidi passar algum do tempo a desenhar.

A praia entre falésias, mantém a actividade piscatória e serve em simultâneo os empreendimentos do Pestana.
No topo de uma das falésias, mar dentro, encontra-se o forte e a capela de Nossa Senhora da Rocha.

Vista poente.


Vista nascente.



O forte e a capela.



A praia...











"Barracas" dos pescadores como eles próprios lhes chamam. São em madeira tratada e formam um bonito conjunto que mais parece um clube. Nesse ano tinham adoptado um golfinho do qual nunca cheguei a saber a história.





quarta-feira, 11 de junho de 2014

Feira do Livro de Lisboa


Um descanso merecido...



Belver


O castelo de Belver visto do Alamal - praia fluvial.


Recomeço


Ao fim de algum tempo sem publicar nada recomeço a partilhar os meus registos do quotidiano. Não os publicarei seguindo a sua ordem cronológica mas de alguma forma agrupados pelo tema. São registos rápidos, coloridos no local e sempre experimentais.

Começo pelo Alvor, no Algarve, onde estamos a fazer uma obra de remodelação de uma casa de férias.


Em obra a preparem a colocação do painel solar na casinha de arrumos.



Com a pérgola e o deck já colocados (alçado principal), vistos do campo de basquetebol.



O Sr. Rufino, o calceteiro de Cabo Verde.



Alvor, final de uma manhã encoberta, zona ribeirinha, vista da ria.



Alvor, final do dia, vista do café Restinga na zona ribeirinha.

terça-feira, 12 de março de 2013

Diários Gráficos, o que mostramos aos outros


Concordo em absoluto com a opinião do Eduardo Salavisa, relativamente aos Diários Gráficos serem um espaço de liberdade onde a ideia de erro não faz sentido, a propósito de serem usados para mostrar aos outros, erroneamente, o quanto somos bons a desenhar e dessa tendência ser provavelmente dos blogues. Sempre considerei o Diário Gráfico como uma espécie de oficina experimental, onde os registos contavam histórias do meu quotidiano, acções e ideias sem me preocupar com o dito erro e onde podia voltar sempre que quisesse. Isso fez-me lembrar o Filipe Pinto ter-me sugerido usar a Pi como modelo e a minha luta para a desenhar com uma única linha, quando fiz o meu primeiro Diário Gráfico. Bom, na verdade também tentei o mesmo com a Rebeca, a tartaruga.