segunda-feira, 23 de junho de 2014
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Nossa Senhora da Rocha
A praia entre falésias, mantém a actividade piscatória e serve em simultâneo os empreendimentos do Pestana.
No topo de uma das falésias, mar dentro, encontra-se o forte e a capela de Nossa Senhora da Rocha.
Vista poente.
Vista nascente.
O forte e a capela.
A praia...
"Barracas" dos pescadores como eles próprios lhes chamam. São em madeira tratada e formam um bonito conjunto que mais parece um clube. Nesse ano tinham adoptado um golfinho do qual nunca cheguei a saber a história.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Recomeço
Começo pelo Alvor, no Algarve, onde estamos a fazer uma obra de remodelação de uma casa de férias.
Em obra a preparem a colocação do painel solar na casinha de arrumos.
Com a pérgola e o deck já colocados (alçado principal), vistos do campo de basquetebol.
O Sr. Rufino, o calceteiro de Cabo Verde.
Alvor, final de uma manhã encoberta, zona ribeirinha, vista da ria.
Alvor, final do dia, vista do café Restinga na zona ribeirinha.
terça-feira, 12 de março de 2013
Diários Gráficos, o que mostramos aos outros
Concordo em absoluto com a opinião do Eduardo Salavisa, relativamente aos Diários Gráficos serem um espaço de liberdade onde a ideia de erro não faz sentido, a propósito de serem usados para mostrar aos outros, erroneamente, o quanto somos bons a desenhar e dessa tendência ser provavelmente dos blogues. Sempre considerei o Diário Gráfico como uma espécie de oficina experimental, onde os registos contavam histórias do meu quotidiano, acções e ideias sem me preocupar com o dito erro e onde podia voltar sempre que quisesse. Isso fez-me lembrar o Filipe Pinto ter-me sugerido usar a Pi como modelo e a minha luta para a desenhar com uma única linha, quando fiz o meu primeiro Diário Gráfico. Bom, na verdade também tentei o mesmo com a Rebeca, a tartaruga.
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