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quinta-feira, 16 de junho de 2016

ALFABETO LISBOETA - RGB no Museu Das Comunicações

O Zé Louro propôs três exercícios: com os marcadores Vermelho, Verde e Azul, tinhamos de usar primeiro o traço como se de arame se tratasse para definirmos a forma sem a desenharmos na totalidade. No segundo, as manchas das formas executadas em apenas uma das três cores, sobrepunham-se criando novas manchas de cor. No terceiro, com a saturação das referidas três cores em aguarela, tinhamos de registar o espaço da Mala-Posta, directo no caderno evidenciando as cores que compunham a saturação. Foi fantástico. Confesso que não conhecia o Museu e fiquei com uma enorme vontade de voltar.




sexta-feira, 15 de abril de 2016

ALFABETO LISBOETA - Marcadores

Na Igreja de Nossa Senhora de Fátima no passado dia 2, com o José Louro, experimentámos canetas de feltro em diversos exercícios de forma a entendermos o seu sem fim de possibilidades. Foi esplêndido utilizar um material de que gosto muito e aprender, como neste exercício, onde primeiro se deu uma mancha amarelada como base e se deixou as zonas iluminadas sobressaírem por contraste das escuras e, para finalizar se utilizou um azul turquesa para dar um brilho, como disse o mestre, vindo não se sabe de onde mas que reforça a ideia de volume.


quarta-feira, 13 de abril de 2016

Soltar o traço com o Pedro Alves

Neste workshop fomos desafiados a utilizar uma linha solta, sem receio, para registar o que estávamos a observar. Os exercícios dividiram-se em duas partes: na primeira tivemos mais tempo para fazer um desenho com maior rigor (desenho bom) e depois menos tempo para fazer um desenho do mesmo tema mas mais rápido (desenho mau) de forma a entendermos que é o nosso cérebro que comanda o que desenhamos e não a nossa destreza, mecanismo que o Pedro explicou de forma muito interessante através do paralelismo que fez entre a escrita e o desenho. Porém, fundamental como na escrita, é praticarmos e praticarmos para que as nossas mãos sigam instintivamente as impressões que o cérebro regista.

O primeiro desenho que fiz foi da Isabel  Alegria, o segundo foi junto da Casa Atelier da Vieira da Silva e por último fomos para o jardim das Amoreiras e o Pedro pediu-nos para juntar cor.







segunda-feira, 28 de março de 2016

S.Miguel - AÇORES

Muito embora tenha laços familiares que me ligam a esta ilha, nunca a tinha visitado.
De uma inegável beleza natural, o que verdadeiramente me encantou foi a serenidade que senti no isolamento de certas paisagens.
Ficou prometido voltar em breve e quando isso acontecer tentar conhecer a Alexandra Baptista!










quarta-feira, 16 de março de 2016

PRAGA

Esta cidade que se percorre com uma enorme facilidade a pé, nesta altura, não estava com a beleza adicional da neve (tinha derretido uma semana antes) e estava pejada de chineses fruto do acordo entre governos checo e chinês que estabeleceu 30 voos directos semanais  Praga/Pequim. Mesmo assim a beleza dos edifícios o traçado da cidade, a música e claro, as pontes, asseguram o charme que faz justiça à sua reputação.

Com grande pena, só consegui fazer dois desenhos no exterior, super rápidos devo dizer,  (qualquer temperatura abaixo dos 18º para mim é frio portanto 6º era muitíssimo frio) e experimentar os lápis aguarela que tinha acabado de comprar da KOH-I-NOOR.

Em ambiente mais acolhedor registei dois restaurantes italianos: A CASA DE CARLI, recomendado pelo Guia Michelin e o PEPENERO ambiente e comida genuinamente italiana, ambos no bairro judeu.













segunda-feira, 7 de março de 2016

KIAH KIEAN _Letra K do Alfabeto Lisboeta e Workshop


Para resumir o que aprendi nestes três dias fabulosos que o Alfabeto Lisboeta organizou, diria que o importante na técnica que o Kiah Kiean entusiasticamente partilhou connosco, é soltar a linha feita com pauzinhos molhados em tinta da china e deixar-nos guiar pelo coração de forma a criar uma composição onde os espaços em branco têm um papel fundamental e, para finalizar, destacar alguns elementos com manchas escuras que devem flutuar pelo desenho como uma melodia.

Difícil mas estimulante!







segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Letra J do Alfabeto Lisboeta


Este sábado aprendemos a técnica japonesa: Sumi-ê. 
Com base ncaligrafia chinesa, os japoneses utilizaram o mesmo tipo de pincelada na pintura. Ou seja, as pinceladas monocromáticas são únicas, sem correções, resultando espontâneas rápidas e fluidas. Claro que o movimento, a  quantidade de tinta e a quantidade de água no pincel permitem um enorme leque de resultados.

Como primeiro exercício tinhamos de desenhar bambus no Jardim Botânico: começar a pincelada de baixo para cima, fazer a paragem que sugerisse o nó da cana e com um só movimento representar as folhas, sem nunca corrigir. 
O Mário explicou que os japoneses demoram pelo menos um ano a desenhar bambus até atingirem o equilíbrio perfeito, mas depois de ver a facilidade com que ele nos mostrou o exercício  confesso que achei que seria algo fácil e que se calhar um ano seria um pouco exagerado no entanto, a práctica revelou-se deveras difícil e conclui que um ano para mim não bastava! 

Um segundo exercício consistiu em aplicar esta técnica na representação de peixes no interior do Museu Nacional de História Natural e da Ciência.

Entre erros, pequenas vitórias e, sobretudo com a partilha, aprendi imenso!