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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Açores (IV)


Os últimos desenhos que fiz nas Furnas e em Ponta Delgada, no último dia que estive em S. Miguel.



quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Açores (III)


Este foi o primeiro desenho que fiz quando chegámos e fomos à praia de Água d'Alto, mesmo junto ao hotel, no dia a seguir ao Ophelia se ter ido oficialmente embora. Estava a pintar quando rajadas de vento  quase levaram o caderno e material pelos ares. A chuva também começou a cair e contribui para o desenho.




Fiquei muito feliz quando finalmente conheci a Alexandra Baptista e este foi o primeiro desenho que fizemos em conjunto, num local lindo.



domingo, 5 de novembro de 2017

Açores (II)


Não conhecia a Lagoa do Congro e gostei imenso da paz que se sente por lá. Apesar do acesso não ser fácil é bastante visitada. As cores são mesmo fantásticas e diferentes do que até então tinha visto, provenientes do arvoredo que cerca a lagoa e se reflete na água. 



Também gostei bastante de voltar à Caloura. Neste dia o sol aparecia durante mais tempo e a chuva só caiu, fraca, uma vez. Foi um almoço esplêndido nesta esplanada que adoro. 

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Açores (I)


Só agora tive oportunidade de começar a digitalizar os desenhos que fiz em S.Miguel, onde voltei pela segunda vez. No rescaldo do Ophelia o tempo estava cinzento e incerto mas mesmo assim conseguimos fazer belos passeios por esta ilha que adoro. 


O Centro de Interpretação da Caldeira Velha, muito bem integrado na envolvente.



Nos Mosteiros no final do dia.



E claro, o clássico desenho da igreja Matriz.


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Galleria Vittorio Emanuele II


Fiz este desenho o ano passado, por esta altura. Este espaço é magnifico e merece ser apreciado em todo o seu esplendor, pena haver sempre imensos turistas.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Junto do rio num dia lindo


A esplanada do Darwin's Café tem uma vista fabulosa. Um local tranquilo que convida ao desenho. 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Lojas Tradicionais de Lisboa - Pérola do Chaimite


Adoro este espaço onde me sinto sempre deslumbrada com todas as guloseimas imagináveis e a simpatia do costume do Sr. Gregório Tavares. Fiz este desenho sentada numa cadeira que ele gentilmente me ofereceu, numa espécie de encantamento com tudo o que registava no meu caderno e também pelo odor que pairava no ar dos chás, cafés, chocolates, rebuçados e bolachas. Não o consegui terminar nesse dia e há pouco voltei para o mostrar ao Sr. Tavares. Fiquei mesmo contente com o sorriso que fez.




quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Duelos no Parque Bensaúde


Foi a primeira vez que participei num destes duelos e foi muito divertido.
Uma bela tarde com a Marilisa  e o  Filipe num parque a conhecer.



quinta-feira, 1 de junho de 2017

10 x10 Lisboa - Palácio da Ajuda

Contar pequenas histórias em torno de objectos que estavam à nossa disposição no Quarto da Rainha, na Sala Verde e na Sala de Música, num espaço que não podia ser mais aliciante, foi a proposta que o Nelson nos fez e que tornou esta segunda sessão tão mágica.
Optei por desenhar objectos de uma vitrine na Sala Verde e com a preciosa (e generosa) ajuda da técnica do serviço educativo do Museu, Fátima Patacho, que se sentou no chão ao nosso lado com um volumoso maço de folhas, conseguimos encontrar a história de cada um. Adorei este momento de descoberta em que fiquei a saber coisas como o facto da tesoura em forma de cegonha mostrar um bebé quando aberta, porque supostamente servia para estrangular (era assim que estava escrito) o cordão umbilical e deveria ter sido a tesoura utilizada no nascimento de D. Carlos, ou aquele cogumelo invertido transportado por sapos, ser um acendedor de charutos.
Foi o momento em que a história dos objectos contaram histórias de vida e voltaram a brilhar.
Depois desenhei a sala onde estava a vitrine, enquadrando-a no ambiente, e achei que a imensa alegria que os objectos sentiram por serem novamente admirados dava uma história.



quinta-feira, 11 de maio de 2017

10x10 Lisboa

Num ambiente formidável, aconteceu o primeiro workshop nas instalações do Diário de Notícias em que no foi proposto pelo Mário Linhares contar uma história como se fosse uma notícia de jornal, acerca do objecto que tinha pedido para levarmos. A Marina Gonçalves, editora de Artes, orientou-nos e explicou (entre imensas coisas interessantes) a importância de o fazermos tendo em consideração cinco pontos fundamentais: Quem, Quando, Onde, Como e Porquê. Por fim escolhemos um dos cadernos que tínhamos exposto para partilhar e desenhámos o objecto nele representado mas desta vez, enquadrado no ambiente da redacção de forma a criar uma nova  história em que o referido objecto era notícia principal. Foi um belo começo!



quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Antropologia e Desenho


A primeira oficina deste ano, na Casa Atelier Vieira da Silva, foi com a Karina Kuschnir que nos desafiou a contar uma história estabelecendo como elementos mais importantes que a estética,  o tempo, o espaço e as relações sociais. Para isso deveríamos em primeiro lugar fazer o registo de coisas que visualmente remetessem ao tempo no lugar: coisas permanentes, coisas efémeras, estações do ano, forma do equipamento urbano ou pequenos objectos. De seguida registar as coisa vivas ou que estivessem animadas: pessoas, animais, carros, plantas etc..Por fim o registo do espaço ampliado para lá dos prédios, dividindo-nos em 4 grupos, de acordo com os pontos cardeais, para mapear o jardim. Optei por juntar os três exercícios numa dupla página, diferenciando-os pela cor, tentando que as camadas sobrepostas no final pudessem oferecer a leitura do lugar. 




segunda-feira, 28 de novembro de 2016

"EL COLOR COMO ESTRUCTURA, COMO JUEGO Y COMO EMOCIÓN"


Este foi o tema do workshop da Celia Burgos que nos convidou, como chovia, a desenhar através das gamas de cores frias ou quentes, as emoções que as peças da exposição temporária de Arte Vudu da Colecção Treger / Saint Silvestre, nos faziam sentir. 
Confesso que comecei a desenhar as peças numa total ignorância sobre o teor da exposição mas muito entusiasmada em desenhar com a orientação da Celia utilizando o material que habitualmente deixo para trás, os lápis de cor. Apesar da estranheza e da curiosidade que me suscitava o que desenhava, o resultado cromático teria sido diferente se tivesse sabido que as peças de metal tinham sido feitas pelos Bosmetal (trabalhadores de metal) e faziam parte do culto Vudu? E que o boneco que achei com ar de bronco, beberrão mas divertido apesar de mal-encarado (por isso lhe fiz uma sombra malévola) era um Bizango, boneco com caveira humana das sociedades secretas de Bizango do culto Vudu no Haiti e personifica o poder dos seus guerreiros? Muito provavelmente, sim. A emoção era outra.


Desenhar na Casa Fernando Pessoa


Mais uma vez em Campo de Ourique com a Rosário Félix.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A desenhar com o Luis Frasco no MAC


A tarde no Museu Arqueológico do Carmo foi bastante gratificante pela motivadora apresentação do Luis, pelo convívio e pelo desafio lançado. Obrigada Luis!


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Um ano a desenhar para o futuro com André Duarte Baptista

No desafio que o André nos lançou, deveríamos observar e descobrir através do desenho a identidade do lugar, o Jardim das Amoreiras, compondo a partir das partes, o todo.
Achei francamente interessante!




terça-feira, 25 de outubro de 2016

Coliseu dos Recreios

Engraçado como a minha percepção espacial desta sala, completamente deserta e apenas com a iluminação base, se alterou. A noção de ser circular desapareceu e a forma octogonal emergiu em pleno assim como o cinzento me pareceu muitíssimo preponderante.
Confesso que tenho um fraquinho por este espaço e foi muito bom poder estar tranquilamente a desenhá-lo, celebrando os seus 125 anos.




quarta-feira, 19 de outubro de 2016

ROQUE GAMEIRO


Achei este desafio imensamente interessante e com uma duração bastante alargada mas mesmo assim, por inúmeras razões, só agora consegui responder e logo no sábado em que tudo aconteceu. Opções feitas e, na companhia da Marilisa, fomos para o Largo do Rato fazer o nosso primeiro desenho da Rua do Sol ao Rato cruzamento com a Avenida Álvares Cabral, sentadas na placa central, registando como tudo está tão diferente.
De seguida fomos para a Rua do Arco a São Mamede, para um segundo e último desenho. 
Tenho imensa pena de não ter conseguido fazer mais desenhos dentro do prazo estipulado, mas pretendo continuar a olhar Lisboa pelos olhos do mestre. 



terça-feira, 27 de setembro de 2016


Desenhar Campo de Ourique

Andava com imensa vontade de ir desenhar com a Rosário a Campo de Ourique, o que consegui neste sábado. Gostei tanto!
Apesar de o tempo não ter estado do nosso lado ainda deu para fazer um desenho dos azulejos na Travessa do Cabo, em frente ao C.A.C.O. - Clube Atlético de Campo de Ourique, outro do atelier do António Vasconcelos Lapa, no fantástico Pátio dos Artistas e um último na Geladaria Rés Vés, onde está uma exposição da Rosário Félix que vale mesmo a pena ver. 






(a) Riscar o Património, Lisboa

Acabei por passar a tarde toda no Largo do Intendente fascinada com aquele vai vem de pessoas. Logo no banco junto ao nosso ponto de encontro o rodopio era mais que muito e adivinhava-se um sem número de histórias.


Num outro banco, perguntei ao Mostakim e ao Nabil se os podia desenhar e eles posaram nas suas bicicletas novas e voltaram mais tarde com grupos de amigos para que vissem o desenho.


Fiz o mesmo pedido a uma moradora, Silvia Caires, que nos desfiou as suas opiniões sobre as alterações na comunidade.


Por último fiz um registo rápido deste Largo onde uma estudante chinesa, em Portugal há duas semanas, me perguntou se era um hábito de fim de semana os portugueses juntarem-se para desenhar. Foi uma excelente tarde!