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quinta-feira, 11 de maio de 2017

10x10 Lisboa

Num ambiente formidável, aconteceu o primeiro workshop nas instalações do Diário de Notícias em que no foi proposto pelo Mário Linhares contar uma história como se fosse uma notícia de jornal, acerca do objecto que tinha pedido para levarmos. A Marina Gonçalves, editora de Artes, orientou-nos e explicou (entre imensas coisas interessantes) a importância de o fazermos tendo em consideração cinco pontos fundamentais: Quem, Quando, Onde, Como e Porquê. Por fim escolhemos um dos cadernos que tínhamos exposto para partilhar e desenhámos o objecto nele representado mas desta vez, enquadrado no ambiente da redacção de forma a criar uma nova  história em que o referido objecto era notícia principal. Foi um belo começo!



quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Antropologia e Desenho


A primeira oficina deste ano, na Casa Atelier Vieira da Silva, foi com a Karina Kuschnir que nos desafiou a contar uma história estabelecendo como elementos mais importantes que a estética,  o tempo, o espaço e as relações sociais. Para isso deveríamos em primeiro lugar fazer o registo de coisas que visualmente remetessem ao tempo no lugar: coisas permanentes, coisas efémeras, estações do ano, forma do equipamento urbano ou pequenos objectos. De seguida registar as coisa vivas ou que estivessem animadas: pessoas, animais, carros, plantas etc..Por fim o registo do espaço ampliado para lá dos prédios, dividindo-nos em 4 grupos, de acordo com os pontos cardeais, para mapear o jardim. Optei por juntar os três exercícios numa dupla página, diferenciando-os pela cor, tentando que as camadas sobrepostas no final pudessem oferecer a leitura do lugar. 




segunda-feira, 28 de novembro de 2016

"EL COLOR COMO ESTRUCTURA, COMO JUEGO Y COMO EMOCIÓN"


Este foi o tema do workshop da Celia Burgos que nos convidou, como chovia, a desenhar através das gamas de cores frias ou quentes, as emoções que as peças da exposição temporária de Arte Vudu da Colecção Treger / Saint Silvestre, nos faziam sentir. 
Confesso que comecei a desenhar as peças numa total ignorância sobre o teor da exposição mas muito entusiasmada em desenhar com a orientação da Celia utilizando o material que habitualmente deixo para trás, os lápis de cor. Apesar da estranheza e da curiosidade que me suscitava o que desenhava, o resultado cromático teria sido diferente se tivesse sabido que as peças de metal tinham sido feitas pelos Bosmetal (trabalhadores de metal) e faziam parte do culto Vudu? E que o boneco que achei com ar de bronco, beberrão mas divertido apesar de mal-encarado (por isso lhe fiz uma sombra malévola) era um Bizango, boneco com caveira humana das sociedades secretas de Bizango do culto Vudu no Haiti e personifica o poder dos seus guerreiros? Muito provavelmente, sim. A emoção era outra.


Desenhar na Casa Fernando Pessoa


Mais uma vez em Campo de Ourique com a Rosário Félix.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A desenhar com o Luis Frasco no MAC


A tarde no Museu Arqueológico do Carmo foi bastante gratificante pela motivadora apresentação do Luis, pelo convívio e pelo desafio lançado. Obrigada Luis!


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Um ano a desenhar para o futuro com André Duarte Baptista

No desafio que o André nos lançou, deveríamos observar e descobrir através do desenho a identidade do lugar, o Jardim das Amoreiras, compondo a partir das partes, o todo.
Achei francamente interessante!




terça-feira, 25 de outubro de 2016

Coliseu dos Recreios

Engraçado como a minha percepção espacial desta sala, completamente deserta e apenas com a iluminação base, se alterou. A noção de ser circular desapareceu e a forma octogonal emergiu em pleno assim como o cinzento me pareceu muitíssimo preponderante.
Confesso que tenho um fraquinho por este espaço e foi muito bom poder estar tranquilamente a desenhá-lo, celebrando os seus 125 anos.