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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Duelos no Parque Bensaúde


Foi a primeira vez que participei num destes duelos e foi muito divertido.
Uma bela tarde com a Marilisa  e o  Filipe num parque a conhecer.



quinta-feira, 1 de junho de 2017

10 x10 Lisboa - Palácio da Ajuda

Contar pequenas histórias em torno de objectos que estavam à nossa disposição no Quarto da Rainha, na Sala Verde e na Sala de Música, num espaço que não podia ser mais aliciante, foi a proposta que o Nelson nos fez e que tornou esta segunda sessão tão mágica.
Optei por desenhar objectos de uma vitrine na Sala Verde e com a preciosa (e generosa) ajuda da técnica do serviço educativo do Museu, Fátima Patacho, que se sentou no chão ao nosso lado com um volumoso maço de folhas, conseguimos encontrar a história de cada um. Adorei este momento de descoberta em que fiquei a saber coisas como o facto da tesoura em forma de cegonha mostrar um bebé quando aberta, porque supostamente servia para estrangular (era assim que estava escrito) o cordão umbilical e deveria ter sido a tesoura utilizada no nascimento de D. Carlos, ou aquele cogumelo invertido transportado por sapos, ser um acendedor de charutos.
Foi o momento em que a história dos objectos contaram histórias de vida e voltaram a brilhar.
Depois desenhei a sala onde estava a vitrine, enquadrando-a no ambiente, e achei que a imensa alegria que os objectos sentiram por serem novamente admirados dava uma história.



quinta-feira, 11 de maio de 2017

10x10 Lisboa

Num ambiente formidável, aconteceu o primeiro workshop nas instalações do Diário de Notícias em que no foi proposto pelo Mário Linhares contar uma história como se fosse uma notícia de jornal, acerca do objecto que tinha pedido para levarmos. A Marina Gonçalves, editora de Artes, orientou-nos e explicou (entre imensas coisas interessantes) a importância de o fazermos tendo em consideração cinco pontos fundamentais: Quem, Quando, Onde, Como e Porquê. Por fim escolhemos um dos cadernos que tínhamos exposto para partilhar e desenhámos o objecto nele representado mas desta vez, enquadrado no ambiente da redacção de forma a criar uma nova  história em que o referido objecto era notícia principal. Foi um belo começo!



quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Antropologia e Desenho


A primeira oficina deste ano, na Casa Atelier Vieira da Silva, foi com a Karina Kuschnir que nos desafiou a contar uma história estabelecendo como elementos mais importantes que a estética,  o tempo, o espaço e as relações sociais. Para isso deveríamos em primeiro lugar fazer o registo de coisas que visualmente remetessem ao tempo no lugar: coisas permanentes, coisas efémeras, estações do ano, forma do equipamento urbano ou pequenos objectos. De seguida registar as coisa vivas ou que estivessem animadas: pessoas, animais, carros, plantas etc..Por fim o registo do espaço ampliado para lá dos prédios, dividindo-nos em 4 grupos, de acordo com os pontos cardeais, para mapear o jardim. Optei por juntar os três exercícios numa dupla página, diferenciando-os pela cor, tentando que as camadas sobrepostas no final pudessem oferecer a leitura do lugar. 




segunda-feira, 28 de novembro de 2016

"EL COLOR COMO ESTRUCTURA, COMO JUEGO Y COMO EMOCIÓN"


Este foi o tema do workshop da Celia Burgos que nos convidou, como chovia, a desenhar através das gamas de cores frias ou quentes, as emoções que as peças da exposição temporária de Arte Vudu da Colecção Treger / Saint Silvestre, nos faziam sentir. 
Confesso que comecei a desenhar as peças numa total ignorância sobre o teor da exposição mas muito entusiasmada em desenhar com a orientação da Celia utilizando o material que habitualmente deixo para trás, os lápis de cor. Apesar da estranheza e da curiosidade que me suscitava o que desenhava, o resultado cromático teria sido diferente se tivesse sabido que as peças de metal tinham sido feitas pelos Bosmetal (trabalhadores de metal) e faziam parte do culto Vudu? E que o boneco que achei com ar de bronco, beberrão mas divertido apesar de mal-encarado (por isso lhe fiz uma sombra malévola) era um Bizango, boneco com caveira humana das sociedades secretas de Bizango do culto Vudu no Haiti e personifica o poder dos seus guerreiros? Muito provavelmente, sim. A emoção era outra.


Desenhar na Casa Fernando Pessoa


Mais uma vez em Campo de Ourique com a Rosário Félix.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A desenhar com o Luis Frasco no MAC


A tarde no Museu Arqueológico do Carmo foi bastante gratificante pela motivadora apresentação do Luis, pelo convívio e pelo desafio lançado. Obrigada Luis!